MICHAEL BAUM

Senior Fellow na University of California Berkely’s Institute for European Studies e Professor Catedrático na Universidade Católica Portuguesa

Em 2019, Baum foi nomeado Senior Fellow na University of California Berkely’s Institute for European Studies. Entre 2002-14 foi Copresidente do Iberian Study Group no Centro de Estudos Europeus da Universidade de Harvard. Entre 2014 e 2019 e novamente em 2021 foi nomeado pela Embaixada dos Estados Unidos em Portugal para o Conselho de Administração da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD). Antes de Católica e FLAD, Baum foi professor titular na Universidade de Massachusetts, Dartmouth, onde lecionou durante 21 anos. Entre outros cargos administrativos, foi Presidente do Departamento de Ciência Política durante nove anos e foi eleito para três mandatos como Presidente do Senado da Faculdade de Dartmouth da UMass.

A sua investigação e ensino centraram-se na participação política, género e sociedade civil no Sul da Europa, mas também tem estado profundamente empenhado na internacionalização do ensino superior, tendo sido bolseiro Fulbright por duas vezes em Portugal e diretor de vários programas/consórcios de estudo no estrangeiro que liguem os EUA e Portugal.
 
Título: A democracia portuguesa está realmente doente? E em caso afirmativo, o que se poderá fazer?

Sinopse: Os cientistas políticos desenvolveram vários indicadores quantitativos e qualitativos sobre a qualidade relativa da democracia. Apesar de algumas manchetes sensacionalistas nos alertarem para os seus males, a democracia portuguesa parece realmente ser um misto, mostrando alguns traços comparativos bastante positivos, bem como alguns problemas significativos – particularmente em termos de participação dos cidadãos. Esta talk procura situar a democracia portuguesa no seu adequado contexto europeu comparativo, ao mesmo tempo que oferece algumas soluções possíveis para melhorar a participação dos cidadãos na vida política das suas várias comunidades – no local de trabalho, na escola, bem como na escolha de representantes políticos locais, nacionais e europeus,